07/19 a 11/19 Sérgio Sister: o sorriso da cor e outros engenhos

Exposição

Sérgio Sister: o sorriso da cor e outros engenhos

De 30 de julho a 01 de novembro, o Instituto Ling apresenta a exposição O sorriso da cor e outros tantos engenhos, do artista Sérgio Sister. Por ocasião da abertura da exposição, na terça-feira, 30 de julho, às 19h, o artista e a curadora Virgínia Aita farão uma conversa aberta com o público. A entrada é franca, por ordem de chegada.

O sorriso da cor e outros engenhos reúne um conjunto de 22 obras do artista paulista, representante da chamada “Geração 80”. A exposição contém dípticos de óleo sobre tela, além de uma série de pinturas em caixas de madeira, ripas e tijolinhos. Nesta seleção de obras “pinturas monocromáticas se revezam com ‘objetos’ e estruturas minimalistas. Já nos grandes dípticos em cores pop, ou nos pequenos formatos (Minidípticos, Pinturinhas), a superfície monocromática oscila, fazendo perceber jogos cromáticos”, explica Virgínia Aita em seu texto curatorial.

Sobre a curadora

Com breve incursão pelas artes nos anos 1990 e mestrado e doutorado em Filosofia, Virgínia H. A. Aita especializou-se em filosofia moderna, estéticas anglo-americanas e Arthur C. Danto. Estudou Filosofia e História da Arte na Universidade de Columbia (Barnard College, NY), onde realizou seu pós-doutorado em Estética entre 2015 e 2016, e participou de cursos temporários na School of Visual Arts. Lecionou na UFRGS, na UFBA, na Casa do Saber (SP) e no Instituto Ling, fez curadorias na Fundação Iberê Camargo e em projetos independentes e produz na área de filosofia e crítica de arte. Atualmente, mora em Porto Alegre, desenvolve pesquisa em Estética e produz livro de artista. 

A exposição tem patrocínio da Crown Embalagens e financiamento do Ministério da Cidadania / Governo Federal.


Sobre o Artista

Sérgio Sister

Sérgio Sister nasceu em 1948, em São Paulo. Representante da geração 80, seu processo criativo resulta em variadas densidades de pintura e diferentes sobreposições ou predominâncias cromáticas. Como desdobramento das questões de sua pintura, Sister também faz peças tridimensionais, caso das séries Caixas, iniciada em 1996, além de Pontaletes, a partir de 2006, e Ripas, de 2009. Participou das 9ª e 25ª edições da Bienal de São Paulo (1967, 2002). Suas obras fazem parte de acervos como os do Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da Pinacoteca do Estado de São Paulo, do Centro Cultural São Paulo e do Instituto Figueiredo Ferraz.

Foto: Leda Abuhab